A Sociedade Portuguesa de Autores e o SOS - Voz Amiga têm o prazer de convidar V.Exa. para a inauguração da Exposição de pintura, escultura e joalharia, que se realiza no dia 3 de Abril (5ªf.) às 18h, na Sala Carlos Paredes, Rua Gonçalves Crespo, nº 62, em Lisboa.
Participarão os seguintes autores:
Adão Rodrigues · Amcoc · António Casimiro · António Faria · Carlos Alcobia · Carlos Amado · Carlos Bajouca · Carmo Pólvora · Clotilde Fava · Ernesto Neves
· Evaldo Borges · Figueiredo Sobral · Filipe Amaral · Gabriel Ribeiro · Gracinda Candeias · Hans Varela · Henrique Gabriel · Hugo Silva · Isabel Miranda · Ivone Andrade · José Escada · Lagoa Henriques · Luís Vieira-Baptista · Luz Henriques · Margarida Guerra · Maria Chauten · Nadir Afonso · Nobre de Mello ·Pé-Leve · Puskas · Rogério Silva · Ruy Silva · Teresa Rebelo · Titu
A exposição estará patente ao público até 29 de Abril e poderá ser visitada de 2ª a 6ªf das 9h00 às 19h00. Tem o propósito de angariar fundos para a linha telefónica de ajuda SOS - Voz Amiga, uma IPSS que comemora 30 anos em 2008, mas está em risco de fechar por dificuldades financeiras. Mais informações em www.sosvozamiga.org.
quarta-feira, 2 de abril de 2008
segunda-feira, 24 de março de 2008
terça-feira, 11 de março de 2008
segunda-feira, 10 de março de 2008
Desencaminhos - 13 de Março
MariolaLandowska
AnaSegall
MariaDziopak
AgnieszkaPrzełomiec
JacekPiatkiewicz
Exposição de Pintura
“Desencaminhos - Polónia e o Brasil”
A Administração do Centro Comercial e Cultural Espaço Chiado
tem a honra de convidar V. Exa. para a inauguração da Exposição de Pintura
“Desencaminhos Polónia e o Brasil”, que terá lugar dia 13 de Março
entre as 18.30h e as 20h no Mezzanino (Piso S/L).
Fica patente ao público até 29 de Março, diáriamente das 14h às 20h.
Centro Comercial e Cultural Espaço Chiado
Rua da Misericórdia nº 12-20 - Rua Nova da Trindade nº 5-5G Lisboa (metro Baixa-Chiado)
Contacto: 91 643 57 24
AnaSegall
MariaDziopak
AgnieszkaPrzełomiec
JacekPiatkiewicz
Exposição de Pintura
“Desencaminhos - Polónia e o Brasil”
A Administração do Centro Comercial e Cultural Espaço Chiado
tem a honra de convidar V. Exa. para a inauguração da Exposição de Pintura
“Desencaminhos Polónia e o Brasil”, que terá lugar dia 13 de Março
entre as 18.30h e as 20h no Mezzanino (Piso S/L).
Fica patente ao público até 29 de Março, diáriamente das 14h às 20h.
Centro Comercial e Cultural Espaço Chiado
Rua da Misericórdia nº 12-20 - Rua Nova da Trindade nº 5-5G Lisboa (metro Baixa-Chiado)
Contacto: 91 643 57 24
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JANIC a artista do mês de Março

Este mês será destacado o trabalho escultorico da Janic.
JANIC
Jeanine Chételat Forjaz nasce na Suíça. Cresce em Couvet e depois de obter um Diploma de educadora de infância vai para o Canadá onde ensina durante 3 anos. Casa em 1970, fixando nesta altura residência em Lisboa.
Em 1997 apaixona-se pela escultura em pedra, desde então dedica-lhe grande parte do seu tempo, tendo tido como Professores o Escultor Moisés Preto Paulo no Centro Internacional de Escultura e em desenho o Dr.Quintino Sebastião na Sociedade Nacional de Belas Artes.
Desde 2000 fez varias exposições individuais no país e numerosas exposições colectivas, tanto em Portugal como no estrangeiro.
Foi distinguida com menções honrosas e uma medalha de ouro na Bélgica.
Tem esculturas em colecções particulares em Portugal e no estrangeiro.
Jeanine Chételat Forjaz nasce na Suíça. Cresce em Couvet e depois de obter um Diploma de educadora de infância vai para o Canadá onde ensina durante 3 anos. Casa em 1970, fixando nesta altura residência em Lisboa.
Em 1997 apaixona-se pela escultura em pedra, desde então dedica-lhe grande parte do seu tempo, tendo tido como Professores o Escultor Moisés Preto Paulo no Centro Internacional de Escultura e em desenho o Dr.Quintino Sebastião na Sociedade Nacional de Belas Artes.
Desde 2000 fez varias exposições individuais no país e numerosas exposições colectivas, tanto em Portugal como no estrangeiro.
Foi distinguida com menções honrosas e uma medalha de ouro na Bélgica.
Tem esculturas em colecções particulares em Portugal e no estrangeiro.
quinta-feira, 6 de março de 2008
coisas que os curiosos gostam de saber...


Na cultura ocidental, as cores podem ter alguns significados, alguns estudiosos afirmam que podem provocar lembranças e sensações às pessoas.
Cinza: elegância, humildade, respeito, reverência, sutileza;
Vermelho: paixão, força, energia, amor, velocidade, liderança, masculinidade, alegria (China), perigo, fogo, raiva, revolução, "pare";
Azul: harmonia, confidência, conservadorismo, austeridade, monotonia, dependência, tecnologia, liberdade;
Ciano: tranqüilidade, paz, sossego, limpeza, frescura;
Verde: natureza, primavera, fertilidade, juventude, desenvolvimento, riqueza, dinheiro (Estados Unidos), boa sorte, ciúmes, ganância, esperança;
Amarelo: concentração, optimismo, alegria, felicidade, idealismo, riqueza (ouro), fraqueza, dinheiro;
Magenta: luxúria, sofisticação, sensualidade, feminilidade, desejo;
Violeta: espiritualidade, criatividade, realeza, sabedoria, resplandecência, dor;
Alaranjado: energia, criatividade, equilíbrio, entusiasmo, ludismo;
Branco: pureza, inocência, reverência, paz, simplicidade, esterilidade, rendição;
Preto: poder, modernidade, sofisticação, formalidade, morte, medo, anonimato, raiva, mistério, azar;
Castanho: sólido, seguro, calmo, natureza, rústico, estabilidade, estagnação, peso, aspereza.
Cinza: elegância, humildade, respeito, reverência, sutileza;
Vermelho: paixão, força, energia, amor, velocidade, liderança, masculinidade, alegria (China), perigo, fogo, raiva, revolução, "pare";
Azul: harmonia, confidência, conservadorismo, austeridade, monotonia, dependência, tecnologia, liberdade;
Ciano: tranqüilidade, paz, sossego, limpeza, frescura;
Verde: natureza, primavera, fertilidade, juventude, desenvolvimento, riqueza, dinheiro (Estados Unidos), boa sorte, ciúmes, ganância, esperança;
Amarelo: concentração, optimismo, alegria, felicidade, idealismo, riqueza (ouro), fraqueza, dinheiro;
Magenta: luxúria, sofisticação, sensualidade, feminilidade, desejo;
Violeta: espiritualidade, criatividade, realeza, sabedoria, resplandecência, dor;
Alaranjado: energia, criatividade, equilíbrio, entusiasmo, ludismo;
Branco: pureza, inocência, reverência, paz, simplicidade, esterilidade, rendição;
Preto: poder, modernidade, sofisticação, formalidade, morte, medo, anonimato, raiva, mistério, azar;
Castanho: sólido, seguro, calmo, natureza, rústico, estabilidade, estagnação, peso, aspereza.
CMYK é a abreviatura do sistema de cores formado por Ciano (Cyan), Magenta (Magenta), Amarelo (Yellow) e Preto (blacK). O CMYK funciona devido à absorção de luz, pelo que as cores que são vistas vêm da parte da luz que não é absorvida. Este sistema é empregado por imprensas, impressoras e fotocopiadoras para reproduzir toda a gama de cores do espectro visível, e é conhecido como quadricromia. É o sistema subtrativo de cores, em contraposição ao sistema aditivo, o RGB.
Ciano é a cor oposta ao vermelho, o que significa que actua como um filtro que absorve a dita cor (-R +G +B). Da mesma forma, magenta é a oposta ao verde (+R -G +B) e amarelo é a oposta ao azul (+R +G -B). Assim, magenta mais amarelo produzirá vermelho, magenta mais ciano produzirá azul e ciano mais amarelo produzirá verde.
Ciano é a cor oposta ao vermelho, o que significa que actua como um filtro que absorve a dita cor (-R +G +B). Da mesma forma, magenta é a oposta ao verde (+R -G +B) e amarelo é a oposta ao azul (+R +G -B). Assim, magenta mais amarelo produzirá vermelho, magenta mais ciano produzirá azul e ciano mais amarelo produzirá verde.
Inclusão do preto
O preto pode ser produzido misturando os três pigmentos primários, mas por várias razões, é preciso adicionar tinta preta ao sistema:
O preto que se cria misturando os três pigmentos primários não é puro;
Empregar o 100% das tintas ciano, magenta e amarelo produz uma camada de tinta que molha a folha e tarda demasiado em secar, e ainda pode romper-se se é muito fina;
Os textos imprimem-se geralmente no preto e incluem detalhes muito finos que seriam complicados de conseguir mediante a superposição de três tintas;
O pigmento preto é o mais barato de todos, razão pela que criar negro com três tintas seria muito mais caro.
CMYK versus RGB
O preto pode ser produzido misturando os três pigmentos primários, mas por várias razões, é preciso adicionar tinta preta ao sistema:
O preto que se cria misturando os três pigmentos primários não é puro;
Empregar o 100% das tintas ciano, magenta e amarelo produz uma camada de tinta que molha a folha e tarda demasiado em secar, e ainda pode romper-se se é muito fina;
Os textos imprimem-se geralmente no preto e incluem detalhes muito finos que seriam complicados de conseguir mediante a superposição de três tintas;
O pigmento preto é o mais barato de todos, razão pela que criar negro com três tintas seria muito mais caro.
CMYK versus RGB
O padrão CMYK é o mais usado para impressão em papel, onde quatro cores de tinta geram uma qualidade final melhor do que apenas três, enquanto que monitores e televisões usam o padrão RGB (Vermelho (Red), Verde (Green) e Azul (Blue)), onde são usadas apenas três cores. Como o CMYK que se usa na indústria gráfica é baseado na mistura de tintas sobre o papel e o CMYK usado nos sistemas de computador não passa de uma variação do RGB, nem todas as cores vistas no monitor podem ser conseguidas na impressão, uma vez que o espectro de cores CMYK (gráfico) é significativamente menor que o RGB. Alguns programas gráficos, como o CorelDRAW, incorporam filtros que tentam mostrar no monitor a imagem exatamente como será impressa.
Além do CMYK e do RGB, existem outros padrões de cores, como o Pantone, onde ao invés de se ter um certo número de cores primárias que são combinadas para gerar as demais, tem-se uma tinta para cada côr que for utilizada na impressão. Isto garante que a cor impressa é exatamente a mesma que é vista no mostruário, mas não permite usar muitas cores diferentes no mesmo impresso, já que seria preciso uma tinta para cada cor diferente.
Além do CMYK e do RGB, existem outros padrões de cores, como o Pantone, onde ao invés de se ter um certo número de cores primárias que são combinadas para gerar as demais, tem-se uma tinta para cada côr que for utilizada na impressão. Isto garante que a cor impressa é exatamente a mesma que é vista no mostruário, mas não permite usar muitas cores diferentes no mesmo impresso, já que seria preciso uma tinta para cada cor diferente.
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terça-feira, 4 de março de 2008
Sônia Menna Barreto... Magritte seria feliz se visse estes trabalhos



E enquanto as informações dos nossos associados não chegam para lhes proporcionarmos a devida divulgação vou aqui deixando pequena preciosidades que encontro nos caminhos vastos da internet e que podem enriquecer o conhecimento pictórico de todos...
Eu achei que esta ainda jovem é um talento nato.. digam vocês de vossa justiça
Sônia Regina Gomes Menna Barreto de Barros Falcão nasceu em São Paulo, Capital.
Ainda menina, em 1960, começou a desenhar, sendo que, a partir do ano seguinte, participou de um curso de Artes Plásticas, que freqüentou até 1962.
Pouco tempo após estes primeiros contatos, aos 16 anos de idade, foi aluna do curso de pintura de Waldemar da Costa (artista premiado na Bienal de São Paulo), durante um ano.
Em 1980 começou a freqüentar o ateliê do artista Luiz Portinari (irmão de Cândido Portinari) no Centro de Artes Cândido Portinari. Durante esse período, conheceu a vida artística, os movimentos e ouviu muitas histórias contadas por Portinari, que convivera com grandes pintores, escritores e poetas da época. Depois do contato com os trabalhos de Max Ernst, De Chirico, Magritte e Paul Delvaux, a obra de Sônia tomou a direção do Surrealismo. Essa fase foi decisiva para sua carreira, passando a desenvolver seu lado intimista e criativo e solucionando os problemas técnicos e temáticos por si própria, sem o acompanhamento de professores.
Quando o curso terminou, três anos mais tarde, Sônia instalou seu ateliê em casa, onde iniciou seus primeiros trabalhos como artista profissional. Em 1989 realizou sua primeira mostra individual em São Paulo, obtendo sucesso de público e crítica. Em 1991, influenciada por sua participação na mostra de gravuras realizada em Nova York, a artista iniciou sua produção de serigrafias. Estas foram lançadas em 1995.
Em 1999 começou a editar a suas próprias giclées.
No dia 1 de outubro de 2002, a obra "Leonard Cheshire", de sua autoria, foi entregue numa cerimônia no Palácio de Buckingham e pela primeira vez uma obra brasileira passou a integrar a ROYAL COLLECTION, pertencente à Família Real Britânica, uma das coleções de arte mais importantes do mundo.
Em maio de 2004 assinou contrato com a alemã ArtMerchandising & Media AG, uma das mais importantes e atuantes agências licenciadoras do mundo.
Suas imagens também são licenciadas pela empresa americana Stave Puzzles.
Sônia Regina Gomes Menna Barreto de Barros Falcão nasceu em São Paulo, Capital.
Ainda menina, em 1960, começou a desenhar, sendo que, a partir do ano seguinte, participou de um curso de Artes Plásticas, que freqüentou até 1962.
Pouco tempo após estes primeiros contatos, aos 16 anos de idade, foi aluna do curso de pintura de Waldemar da Costa (artista premiado na Bienal de São Paulo), durante um ano.
Em 1980 começou a freqüentar o ateliê do artista Luiz Portinari (irmão de Cândido Portinari) no Centro de Artes Cândido Portinari. Durante esse período, conheceu a vida artística, os movimentos e ouviu muitas histórias contadas por Portinari, que convivera com grandes pintores, escritores e poetas da época. Depois do contato com os trabalhos de Max Ernst, De Chirico, Magritte e Paul Delvaux, a obra de Sônia tomou a direção do Surrealismo. Essa fase foi decisiva para sua carreira, passando a desenvolver seu lado intimista e criativo e solucionando os problemas técnicos e temáticos por si própria, sem o acompanhamento de professores.
Quando o curso terminou, três anos mais tarde, Sônia instalou seu ateliê em casa, onde iniciou seus primeiros trabalhos como artista profissional. Em 1989 realizou sua primeira mostra individual em São Paulo, obtendo sucesso de público e crítica. Em 1991, influenciada por sua participação na mostra de gravuras realizada em Nova York, a artista iniciou sua produção de serigrafias. Estas foram lançadas em 1995.
Em 1999 começou a editar a suas próprias giclées.
No dia 1 de outubro de 2002, a obra "Leonard Cheshire", de sua autoria, foi entregue numa cerimônia no Palácio de Buckingham e pela primeira vez uma obra brasileira passou a integrar a ROYAL COLLECTION, pertencente à Família Real Britânica, uma das coleções de arte mais importantes do mundo.
Em maio de 2004 assinou contrato com a alemã ArtMerchandising & Media AG, uma das mais importantes e atuantes agências licenciadoras do mundo.
Suas imagens também são licenciadas pela empresa americana Stave Puzzles.
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